sábado, 4 de março de 2017

T4/E9 - AFTER (Depois)



99) PERFUME COM ESSÊNCIA DE ZUMBI
Lá no item 59 eu comentei sobre algo que eu estava interessado em falar desde que comecei a criar este Blog: o fato de Michonne andar com dois zumbis amarrados, estando ambos sem arcada dentária nem braços. A explicação que deram foi porque 1) o fato de não terem dentes perdem o interesse de comer (que para mim não fez sentido. Leiam lá o comentário). 2) O fato de Michonne ter andando por muito tempo com a dupla esfomeada (sem fome) faria com que ela pudesse passar despercebida entre os presuntinhos. E agora é perfume? Convive com eles e adquire cheiro de morto? Quer dizer que cheiro de morto é mais forte que de vivo? Bom, é claro que é, ENTRETANTO, se você passa um tempo em um galinheiro, já nem sentirá cheiro de galinha porque o olfato as adaptou. Quanto mais a própria galinha! O cheiro das outras é o mesmo cheiro delas. Cheiro novo percebem na hora. É o mesmo caso para zumbis. Eles não sentem cheiro de carne podre porque os próprios têm carne podre. E já vimos em outros episódios que o cheiro de vivo para eles é como um radar igual ao dos morcegos pelo som. Mas o pior desta crítica nem está aí! Está pelo fato de Michonne mal pegar dois mortos-vivos e já andar com eles amarrados, caminhando junto a dezenas de zumbis com estes dois. Ela mal pegou esses dois! Como é que adquiriu “cheiro de morto” tão rápido. Contraditório, não acham? E quanto ao perfume com essência de zumbi? Lá no começo da série eles passaram as entranhas de um zumbi que mataram para poderem passar por entre os defuntinhos. Ali fazia todo sentido, mas andar com dois “cachorrinhos de estimação? Isso faz sentido. Que perfume forte é esse que você nem passa no corpo e já fica com o fedor dos bichos? Perde mais ainda o sentido essa desculpa de andar com dois bichões sem braços e mandíbulas. Acha que acabou aí a crítica? Aguardem que vem uma sequência logo abaixo.
100) EEEU TENHO A FORÇAAAAA!!!
Pouco tempo depois, Michonne comete um erro: se movimenta além da conta e uma zumbi que é a sua cara percebe o movimento brusco, não condizente a um morto-vivo. Ela ataca Michonne e esta precisa decepá-la  com a espada para não ser mordida. Pronto! Abriu-se o estopim para que os outros percebem uma viva no meio deles. Michonne então mata as dezenas de fedorentos ao seu redor. Falem sério… isso faz sentido pra vocês??? Ela matou todos com maior facilidade e fúria. Precisou correr risco de ser mordida, com tantos zumbis ao lado, se poderia ter matado um por um à medida que apareciam, o que mataria com maior facilidade? O que ela tinha em mãos era uma espada, não um canivete! Daí você diria: “mas ela fez isso para andar entre os zumbis”. Ah, sei! Com o perfume com essência de zumbi. Leia o comentário acima para cair por terra esse “perfume”. E nem precisaria de perfume. A espada falava muito mais alto que um reles perfume. Ela matou TODOS! Poderia ter evitado o risco se tivesse matado cada um que aparecesse a sua frente, em vez de deixar amontoar vários. Ah! E que fique bem claro! O erro a que estou demonstrando aqui, a coisa sem sentido, não é referente à Michonne, mas sim aos roteiristas. Parece coisa de escritor amador! Um “perfume potente” e uma pessoa cercada de zumbis… com uma espada. Na boa, roteiristas, mas tem certas coisas que são difíceis de a gente engolir.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

T4/E8 TOO FOR GONE (Longe Demais)



99) SÓ AGORA FAZ SENTIDO? E POR QUE NÃO FEZ ANTES???
Quando Rick encara o Governador e pede para que Philip não destrua a prisão, ele fala algo bem interessante: “Os tiros vão atrair mais deles pra cá. Eles vão derrubar as cercas e sem as cercas este lugar é inútil”. Mas esse ‘interessante’ na verdade compromete as cenas da série, especialmente outras ocorridas há poucos episódios, que podemos ver nos itens 78 e 89 (especialmente esse), 91 e 95, que foi para mim a crítica mais importante da série. Para evitar a guerra com o Governador, Rick fala isso: “Os tiros vão atrair mais deles pra cá”. Engraçado… só agora é que ele (ou eles) pensou nisso? Desde que assumiram a prisão aumentava o número de zumbis até que o número foi suficiente para derrubar uma das cercas. Não seria mais simples matar cada zumbi, já que a cerca os protegia e ao mesmo tempo serviria como arma de ataque. A cerca protege e ao mesmo tempo pode-se fazer algo por ela. Daí, os roteiristas escrevem uma mancada dessas, vários episódios deixando os bisonhos perambulando por aí. E somente agora Rick pensa nisso? “Atrair mais”??? É claro… não é um pensamento do personagem Rick, mas sim, um pensamento DOS roteiristas. São ELES quem escrevem a história, logo, a mancada é deles, não do personagem. É só limpar a cerca? E por que não fizeram isso desde o início? Sem sentido!

sábado, 25 de fevereiro de 2017

T4/E7 - DEAD WEIGHT (Peso Morto)



98) QUANTA CONTRADIÇÃO!
Quando o Governador, Martinez, Mitch e Pete entram em uma cabana escura… deixe eu repetir… eu falei CA-BA-NA! Não citei uma fortaleza, um Maracanã, um hospital… eu falei CABANA! Vocês tem noção do tamanho de uma cabana? Não é um casarão… é um CASEBRE! Continuando… quando esse quarteto entre em uma cabana escura, são surpreendidos por zumbis ali dentro. Mas não pensem que tal fato ocorreu assim que entraram. Eles andaram por dentro, falaram… e um silêncio intenso se fazia presente ali. Três fortes motivos para um zumbi se manifestar rapidinho: som, movimento e cheiro… o cheiro de carne viva que os atiça logo (alguém se lembra do episódio piloto?). Um único motivo, mas forte motivo para se perceber um morto-vivo, mesmo em meio a uma considerável escuridão: o som. Os Errantes gemem assustadoramente, especialmente quando sua fome é atiçada, bastando aparecer alguém por perto. Apareceu, eles já se alvoroçam. Mas então, uma pequena cabana (perdoem o Pleonasmo, mas é para destacar que uma cabana É pequena sim!) e tudo em silêncio por muitos segundos? E os Medonhos agora são inteligentes? “Chegou carne viva! Xi! Psiu! Não façam barulho! Vamos pegá-los de surpresa!”. Os defuntinhos fiam em silêncio absoluto e em seguida atacam de surpresa? Na boa, roteiristas, mas eu penso! Não subestimem minha capacidade de pensar! Não subestimem minha inteligência! Parecem que falta inteligência para vocês, que pensam que os “presuntinhos” são inteligentes, que subestimam a inteligência dos telespectadores! Mais comentários sobre esse silêncio zumbi sem sentido podem ser vistos nos itens 3, 33, 36, 38, 44, 51, 73.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

T4/E6 - LIVE BAIT (Isca Viva)



97) RECONHECIMENTO DE CAMPO
Os primeiros segundos deste episódio mostram Philip, o Governador (lembrando que ele era chamado assim pelo seu grupo. Ninguém conhecia seu nome verdadeiro), sentado em frente a uma fogueira. Ao longe um zumbi vem se aproximando até ele. Uma coisa eu percebi automaticamente. Ué? Os mortos-vivos não são detectores de movimento, de luz, de cheiro e de som? Ok! Vamos lá. O defuntinho foi atraído pela fogueira. Beeenn! Resposta errada. Quando ele se aproximava, vinha para pegar o Governador. Nem se tocou que havia uma fogueira ali. Tudo o que ele queria era arrancar pedaço de carne do vilão. Ele foi atraído pelo som. Só se Philip soltou um poderoso peido, porque som nenhum fora emitido. Ele foi atraído pelo movimento. Só se você quiser ser “cego” (soa até irônico e contraditório), apaixonado demais pela série para não querer admitir que o vilão estava mais parado que uma estátua (sem querer exagerar demais). Sobrou a 4ª opção que pode responder: ele foi atraído pelo cheiro de carne viva. Mas mesmo que possamos nos refugiar nessa resposta, vamos pensar conforme os roteiristas: provavelmente eles nem pensaram em cheiro naquele momento. E querer dar crédito que o vento estava favorável para o zumbi… não vamos dar uma de inocentes e achar que foi o vento, porque com certeza nem nisso os roteiristas pensaram. Sabem no que eles pensaram mesmo? É quase certo que foi pela visão do zumbi. Viu o Governador ali… PARADO… e foi atrás de se alimentar. E desde quando essas criaturas têm visão panorâmica, das coisas que o circunda, de tempo e espaço? Leiam os itens 5, 6, 9, 10, 11, 15, 16, 24, 25, 55, 66, especialmente o 8 e 25 que entenderão essa crítica. Como os “projetos de Resident Evil” têm reconhecimento do espaço, obstáculos e coisas paradas? Cheiro ou não, a visão dele é limitada para o movimento. O Governador parecia literalmente uma estátua de governador. Não era para o “necroso” saber que aquilo era uma pessoa!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

T4/E5 - INTERNMENT (Internamento)



94) E OS CACHORROS ZUMBIS?
Logo no primeiro episódio da série vemos corvos comendo zumbis (comentário 7). Nos primeiros segundos deste 5º episódio da 4ª temporada Rick passa de carro perto de um cachorro que comia um morto-vivo agonizando (agonizando? Soa cômico). Nem corvos nem cachorros não se contaminam? Fica um pouco sem lógica, não é? Não são seres vivos? Mas existe uma “tábua de salvação” para este caso. Possa ser que o vírus não sobreviva aos organismos de outros animais e só sejam compatíveis aos humanos. Se a possibilidade for essa e provavelmente é, pelo menos deveriam ter explicado isso em algum episódio, pois eles nada falam sobre o vírus em outros organismos.  
95) “RICK, ELES SÃO MUITOS AGORA! TEMOS QUE FAZER ALGUMA COISA!”
Esse comentário é uma resposta à minha maior crítica das coisas sem sentido da série e que se encontra no item 89, com continuação no 91. Com a maioria das pessoas doentes e uma parte que havia se retirado para procurar remédio para os enfermos, Meg sozinha tenta acabar com os zumbis do outro lado da cerca. Ah!!! E somente agora é que resolveram fazer isso??? Por que não fizeram antes??? E estou criticando não os personagens, mas os redatores da série. Ou vocês acham que quem escreveu isso não pensou nessas possibilidades? Qual a lógica de você fazer de um bocado de “assassino além-túmulo” como complemento da paisagem??? Isso pra mim NUNCA fez sentido. Se é pra diminuir a população de Errantes, e mais ainda pelo fato de estarem em uma prisão separados por uma resistente cerca. Forte motivo para acabarem com os “presuntos revividos”, já que uma cerca, além de os defenderem, a turma poderia também atacar. Mas não… não, não… tinha mais sentido fazer dos bichos paisagem. Agora, Meg sozinha resolvia… vejam só!!! Segurar a cerca matando os “carnes-podres” que se acumularam por dezenas e dezenas… exatamente naquela hora? Suspensezinho (essa palavra não existe) forçado esse, hein! Eles são muitos agora!!! O que podemos fazer??? Não deveria ter sido feito muito antes, correção… SEMPRE! Apareceu defuntinho, “mata”! Simples assim… para nós… não para os roteiristas.
96) É SÓ METER BALA NELES! SIMPLES ASSIM.
Mas esse não foi tão simples assim como o anterior. Quando os zumbis derrubaram a cerca e vieram aos montes, Rick e Carl fizeram a coisa mais simples e lógica ali: meteram bala. Correção também, metralharam. Se era tão simples assim, por que não metralharam antes de derrubarem a cerca e assim mantê-la firme? A resposta é simples: evitar chamar mais defuntos e gastar balas. ENTRETANTO, ainda assim esse pensamento não salva a cena, pois se era pra manter a cerca firme, por que não metralharam logo antes? Dessa forma a fortaleza continuaria intacta. Vão me desculpar, roteiristas, mas tem um pouco de amadorismo nesse roteiro.